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Assista o vídeo - Reportagem no Bom Dia Brasil da Rede Globo:
Começou nesta quarta (14), às 9 horas e vai até as 21 horas da sexta-feira (16) a 13ª edição da Festa do Livro da USP, organizada pela Editora da Universidade de São Paulo, a Edusp. Este ano a Festa acontece na Escola Politécnica (Poli) da USP, em três ambientes próximos: o galpão da administração, o prédio do Departamento de Engenharia Mecânica e o prédio do Departamento de Engenharia Civil. O desconto mínimo que as editoras devem colocar em seus catálogos é de 50% sobre o preço da capa.
Esta edição da festa conta com aproximadamente 150 editoras e mais de 80 mil títulos, dos mais variados assuntos – desde livros acadêmicos, de história, sociologia e antropologia, até livros de arte, culinária, gibis e livros infantis. Na edição anterior, mais de 200 mil livros foram comercializados, movimentando um montante estimado de seis a oito milhões de reais.
Veja a relação completa das editoras participantes e o mapa do evento neste link.
Nos últimos anos, a Festa do Livro era realizada no saguão do prédio da História e Geografia, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, mas por motivos de logística o lugar foi alterado, assim como sua data – o evento costumava ocorrer na segunda quinzena de novembro. Com a mudança, a Festa ganha cerca de 500 a 600 metros quadrados a mais de espaço, totalizando mais de dois mil metros quadrados de área de circulação. Isso permitiu que as editoras trouxessem mais títulos e maior quantidade de exemplares para atender a demanda do evento.
Além do ganho de espaço, a mudança da data – por ser em período de férias e não mais de aulas – abre um espaço maior de tempo para os alunos da USP e de outras faculdades fazerem suas compras, além de proporcionar a participação de outras editoras que não viriam na data anterior, como a Editora Contexto e a Editora Record.
Para que as pessoas não fiquem perdidas na Festa, além das placas indicando os estandes, serão distribuídos, nos três dias do evento, mais de sete mil panfletos com a relação completa das editoras participantes e sua localização exata por prédio. Haverá também um quiosque de informações na entrada de cada prédio para direcionar os visitantes.
A Festa do Livro começou em 1998, por uma iniciativa do professor Plínio Martins Filho, atual presidente da Edusp. A ideia era trazer à USP editoras de cunho acadêmico para uma grande feira dedicada ao público universitário e com o desconto de 50%, aproximando, assim, a editora de seu público final. A primeira edição contou com 12 editoras, majoritariamente de universidades, como a própria Edusp, e as editoras da Unicamp e da Unesp.
Com o sucesso das primeiras feiras, outras editoras não acadêmicas procuraram a Edusp para participar. Este crescimento, segundo Márcio Pelozio, coordenador do evento, se deu muito pela “divulgação ‘boca-a-boca’ feita pelos visitantes e clientes da Festa, que esperam o ano todo por ela para poder adquirir seus livros”. Ainda segundo Pelozo, o próximo passo para o crescimento da Festa é contar com a adesão de editoras que tenham em seus catálogos livros de exatas, principalmente na área de engenharia. “Talvez com o evento sendo realizada na Poli as editoras se sintam mais dispostas a participar”, afirma o coordenador.
A Festa do Livro é um evento muito esperado também pelas editoras. Jaime Mendes, diretor comecial da Cosac Naify, acredita que a importância da feira para a empresa é a “divulgação do catálogo junto ao público universitário”, que “ajuda nas vendas ao longo de todo o ano seguinte”. Este ano, são quase 500 títulos da Cosac, 24% a mais que em 2010. A expectativa é que a Festa seja um sucesso tão grande quanto foi no ano passado.
Assim como a Cosac Naify, a Editora da Unicamp está presente na Festa desde sua primeira edição, e na voz da diretora de marketing e eventos, Gracinda Batista, o evento “não é só para a divulgação do catálogo, mas para possiblitar aos leitores que aproveitem realmente o bom desconto”, afirma Gracinda. E completa:
“São livros para pessoas que gostam realmente de ler.”
Nem só de alunos e professores é feito o evento. O público externo à USP está tem grande presença, além de muitas crianças em diversas idades. É o caso de Arthur, de 3 anos, trazido pelo pai Ademir, que incentiva bastante o gosto do filho pelos livros. “Mesmo que ele não saiba ler ainda, só o fato de estar em contato com os livros, de pegar, de tocar, já é muito importante”, afirma. É a primeira vez que Ademir visita a Festa do Livro e ele comenta que achou os preços bastante razoáveis, além de ter encontrado uma “boa diversidade de títulos”.
Já Silvio, 22, aluno de Publicidade de Propaganda da Escola de Comunciações e Artes (ECA) da USP, visita a feira pelo terceiro ano consecutivo. Embora não tenha gostado da mudança para a Poli, “por segmentar demais a feira”, aprovou a mudança da data, pois “nas férias sobra mais tempo para quem estuda e trabalha poder passear e escolher melhor os livros que quer”. Silvio ainda deixa a sugestão para que haja também uma feira com livros digitais. Também assídua do evento há pelo menos cinco anos, Roberta, 30, já formada no curso de Letras da USP, aprovou ambas as alterações: Gostou do espaço “por ser mais amplo e dar pra escolher com mais calma” e da data, pois próximo do natal “dá para comprar presente pra todo mundo”, comemora.
A 13ª edição da Festa do Livro acontece nos dias 14, 15 e 16 de dezembro, das 9 às 21 horas, na Poli, com entrada pela Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3 ou Av. Prof. Mello de Moraes, próximo à Mecânica, na Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações: (11) 3091-1617 ou www.edusp.com.br/festadolivro
Fonte: USP
BRASÍLIA - Em busca de aumentar o número de doadores de sangue no país, o Ministério da Saúde decidiu contar com a ajuda das redes sociais. A partir desta semana, a página do ministério no Facebook terá um aplicativo em que o internauta poderá se cadastrar como doador de sangue.
O interessado deve informar o nome, o tipo sanguíneo e a região onde mora. Ele não será obrigado a doar imediatamente. Os hemocentros terão acesso ao banco de doadores interessados para poder acioná-los quando for registrada falta de algum tipo de sangue em determinada região.
Com o cadastro virtual, a ideia é que os internautas espalhem a novidade para amigos que vivem na mesma região.
Atualmente, 1,9% dos brasileiros doa sangue regularmente. O percentual está dentro do parâmetro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que varia de 1% a 3% da população. No entanto, a pressão por mais bolsas de sangue cresce a cada ano no país. As 3,5 milhões de bolsas de sangue coletadas por ano já não têm sido suficientes para suprir a demanda, por exemplo, dos transplantes de órgãos. O ideal é chegar a 5,7 milhões anuais.
Se cada brasileiro doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusões, calcula o ministério.
O lançamento do aplicativo virtual faz parte da campanha do Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, comemorado no dia 25 deste mês.
Quem pode doar sangue:
Homens e mulheres de 18 a 67 anos. Jovens de 16 e 17 anos podem doar desde que tenham autorização dos pais ou do responsável legal
O doador deve pesar mais de 50 quilos e precisa apresentar documento com foto válido em todo o território nacional, como carteira de identidade ou habilitação de motorista
Recomendações:
Não doar em jejum
Dormir por, pelo menos, 6 horas antes da doação
Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação
Evitar fumo e comidas gordurosas
Quem não pode doar:
Pessoas que tiveram hepatite após os 11 anos de idade
Grávidas e mulheres em fase de amamentação
Pessoas expostas a doenças transmissíveis (Aids, hepatite, sífilis e doença de chagas)
Usuários de drogas
Pessoas que tiveram relação sexual com parceiro eventual sem uso de preservativo
Fonte: Estadão
Este prato da culinária japonesa é uma refeição completa; muito saudável e pouco calórico
No dia 1º de novembro é comemorado o Dia do Sushi. Essa delícia da culinária japonesa tem quase 200 anos de existência e sempre foi um sucesso. Esse prato originou-se em uma antiga técnica de conservação de peixe no arroz com vinagre. O sushi tradicional é feito com arroz temperado com molho de vinagre e é acrescentado a ele algum tipo de peixe ou frutos do mar, vegetal ou fruta. Normalmente ele vem acompanhado de acompanhado de wasabi (raiz-forte) e molho de soja. O sushi como conhecemos hoje é uma forma primitiva de fast-food, pois era preparado rapidamente, e podia ser comido em bancas armadas na rua. Por volta do ano 1800, esse tipo de sushi ficou conhecido como Edomae zushi, pois era produzido com peixes frescos pescados em Edomae (atual Baía de Tóquio). Os principais ingredientes do sushi tradicional, peixe cru e arroz, possuem baixas taxas de gordura e altas taxas de proteína, carboidratos, vitaminas, minerais e ômega 3. Por isso o sushi é um prato pouco calórico e muito saudável.
História
A forma tradicional do sushi é peixe fermentado e arroz, conservados com sal em um processo que veio do Sudeste Asiático, onde ainda continua popular nos dias de hoje. O termo "sushi" vem de uma forma gramatical arcaica, não usada mais em outros contextos, e significa, literalmente, "é azedo"[1], um reflexo das suas raízes históricas de alimento fermentado.
A ciência por trás da fermentação do peixe embalado no arroz é que o vinagre produzido a partir da fermentação do arroz quebra a proteína do peixe em aminoácidos. Isso resulta em um dos cinco paladares básicos, chamado umami em japonês. A forma mais antiga de sushi no Japão, Narezushi, ainda se assemelha muito com esse processo. No Japão, o Narezushi evoluiu para Oshizushi e, por último, para Edomae nigirizushi, que é o alimento conhecido mundialmente apenas como "sushi".
Atualmente, o sushi japonês preserva poucas semelhanças com o tradicional prato de arroz lactofermentado. Originalmente, quando o peixe fermentado era tirado do arroz, apenas o peixe era consumido e o arroz fermentado era descartado. O funazushi de gosto e cheiro fortes, um tipo de narezushi feito próximo ao Lago Biwa no Japão, é o que mais lembra a forma tradicional de preparação do sushi fermentado.
Iniciando-se no período Muromachi (1336-1573), o vinagre foi adicionado a mistura peixe-arroz para dar um melhor paladar e conservação. O vinagre acentuava o azedume do arroz aumentando seu tempo de conservação e permitindo que o processo de fermentação encurtasse, acabando por ser abandonado na preparação do prato. Nos séculos seguintes, o sushi de Osaka evoluiu para o oshi-zushi. Frutos do mar e arroz eram prensados usando-se uma esteira de bambu, Em meados do século XIII, essa forma de preparação chegou a Edo (a atual Tóquio).
A versão contemporânea, internacionalmente conhecida apenas por 'sushi', foi desenvolvida por Hanaya Yohei (華屋与兵衛; 1799–1858) no final da era Edo. Essa técnica era uma forma primitiva de fast-food que não era fermentada, pois era preparada rapidamente, e podia ser comida em bancas armadas na rua ou em teatros[2]. Nessa época, esse tipo de sushi ficou conhecido como Edomae zushi, pois era produzido com peixes frescos pescados em Edomae (a atual Baía de Tóquio). Apesar de hoje em dia os peixes não virem mais desse lugar, o sushi ali produizido ainda é formalmente conhecido como Edomae nigirizushi.
Saiba como diferenciá-los
O ingrediente comum em todos os diferentes tipos de sushis é o arroz de sushi. A variedade aparece na escolha dos recheios e coberturas, na escolha de outros condimentos, e na maneira em que são montados. Os mesmos ingredientes podem ser montados de formas inteiramente diferentes para a obtenção de efeitos totalmente diferentes. Esta seção lista as diferentes formas de construir o sushi, independentemente dos tipos de recheio e cobertura.
Fonte: R7 | Wikipedia - Foto: Divulgação/Kibô Sushi
Enquanto grande parte das empresas de tecnologia corre para tentar alcançar a Apple no mercado de tablets, a Nokia parece ter encontrado um atalho. Durante o evento em que apresentou seus aparelhos celulares equipados com o Windows 7, a companhia finlandesa mostrou um protótipo do que pode vir a se tornar um tablet flexível. A tela não é sensível ao toque, mas os comandos são dados conforme o usuário movimenta o aparelho - dobrando de determinada forma um canto, por exemplo, ele dá zoom. Ainda não há informaçõe sobre como a tecnologia será desenvolvida e nem sobre o lançamento do produto.